Diante de um modelo de desenvolvimento que mantém altos índices de exclusão social e crescente degradação das bases naturais que sustentam a vida, os verdes estão firmes no propósito de marcar uma posição de vanguarda nestas eleições, reunindo idéias arrojadas, visando implantar em Pernambuco e no Brasil um modelo de Desenvolvimento Sustentável, que garanta o equilíbrio das dimensões econômica, humana e ambiental.
Indicadores mostram que o modelo atual de crescimento está nos levando a um colapso.
A realidade comprova que a forma de governar Pernambuco precisa ser reciclada. É hora de criar um novo jeito de desenvolver, incluindo as pessoas e usando racionalmente os recursos naturais para garantir uma economia forte hoje e no futuro. É urgente a necessidade de mudar percepções na gestão pública e priorizar o crescimento da qualidade de vida, das gerações atuais e vindouras. Marina Silva, nossa candidata a presidente, nos inspira e nos entusiasma a encarar esta jornada.
Clique no título para ler a nossa visão sobre os novos caminhos a seguir, rumo a uma sociedade sustentável - Socialmente justa, economicamente viável e ecologicamente equilibrada.
Convido você a se integrar neste projeto histórico, sem medo de olhar adiante e ousar agora.
Sérgio Xavier
Candidato do PV a Governador de Pernambuco
Com vice Nely Queiroz, Renê Patriota Senadora e
Marina Silva Presidente, por um Brasil Sustentável
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30/05/2010 - 21h08
Sérgio Xavier
Lançamos no Twitter o primeiro Plano de Governo em formulação colaborativa, interativa, em rede. As midias digitais são as novas bases para atuação política ampla, democrática e transparente, com influência em tempo real. Permitem reciclar as velhas estruturas dos partidos. Sair das burocracias e hierarquias para um plano horizontal, numa grande teia de relações livres, onde todos podem participar em pé de igualdade: de qualquer lugar, a qualquer hora e discutindo o tema que desejar. Sem parar. O ativismo político do século 21 exige a participação direta das pessoas e a internet é o canal ideal para avançar com inteligência coletiva.
Os líderes politicos da Era Digital precisam se conectar com as visões, utopias e idéias da cidadania contemporânea, sobretudo com as percepções de jovens internautas, e construir colaborativamente um novo modelo de partido em rede. Uma nova forma de ação política simples, direta, interativa, visando resultados imediatos. E o foco deve ser a formulação solidária de soluções para os maiores problemas atuais: na saúde, segurança pública, educação, emprego e qualidade de vida. Com esta iniciativa, inauguramos no PV um novo passo para superar os velhos programas governamentais, feitos sem transparência e sem participação.
Endereço: http://twitter.com/Sergio_Xavier
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29/04/2010 - 08h54
Sérgio Xavier
Nos anos 90, com Chico Science e Fred Zeroquatro, Pernambuco se notabilizou com o movimento MangueBeat, arte inspirada na diversidade e importância dos nossos manguezais. http://bit.ly/b5SZU7
Agora, desejando cobrir de concreto o imenso manguezal de Suape, o Governo do Estado lança o que podemos chamar de MangueBrita.
É o velho poder econômico varrendo o bom senso e impondo caminhos sem qualquer imaginação, sem sequer avaliar se não há alternativas mais inteligentes, equilibradas e também lucrativas.
Assusta constatar que planejadores e gestores governamentais sempre optam por saídas baseadas na exclusão. OU fábricas OU mangues. OU pescadores OU técnicos. OU pequenos agricultores OU gerentes de indústrias. Nunca passa pelas suas cabeças mecanicistas a idéia de que é possível somar, integrar, e ter tudo isso ao mesmo tempo: fábricas, mangues, agronegócios, matas, turismo, rios, assegurando espaços para pescadores, doutores, operários, comerciantes, agricultores, cidadãos de hoje e gerações futuras.
Se observassem a riqueza equilibrada do próprio manguezal perceberiam que o segredo da sua vitalidade é exatamente a complementaridade, a convivência colaborativa, a megadiversidade, o funcionamento sistêmico. Se a natureza é tão perfeita, porque não seguir seu exemplo? Em vez de matar o mangue seria mais inteligente aprender com ele, imitá-lo na economia e aproveitar sua riqueza com sabedoria e sensibilidade.
Talvez esses tensos senhores estejam precisando descontrair, pegar uma praia, tomar uma cervejinha gelada, ouvir boa música e pensar melhor:
“Uma cerveja antes do almoço é muito bom, pra ficar pensando melhor”, Chico Science e Nação Zumbi
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10/04/2010 - 19h18
Na publicidade do PV, veiculada em rede de Radio e TV, nos dias 2, 5, 7 e 9/4, destacamos que é possível implantar um novo modelo de Desenvolvimento Sustentável.
Em mensagens curtas, defendemos um novo jeito de avançar, equilibrando economia-inclusão social-conservação ambiental, valorizando a educação.
Visando "uma vida melhor hoje e no futuro", propomos reinventar a política e a gestão pública, incorporando o conceito de sustentabilidade, agregando nova visão estratégica e reunindo conhecimentos que já estão disponíveis no meio acadêmico e até nas empresas e terceiro setor, mas que ainda não foram incorporados pelo setor público. Claro, com as práticas que imperam na política brasileira a máquina pública está sempre loteada por apadrinhados, sem a qualificação adequada para inovar e garantir resultados eficazes. Mas achamos possível reverter esse quadro.
O PV tem gente preparada , com experiência, conhecimento e história para construir, juntamente com Marina Silva, este novo modelo em Pernambuco e no Brasil
Veja os 7 videos aqui: http://bit.ly/9iehFc
16/02/2010 - 00h24
Na era do tempo real, não há tempo para processar, refletir e escrever com profundidade. A vida acelerada pressiona por velocidade cada vez maior. Discordo. Resisto. Acho que tá na hora de desacelerar e curtir mais a vida (sobretudo a "primeira", de verdade, em vez da "second life" virtual).
No lugar dos velhos Planos de Aceleração do Crescimento (um caminho perigoso e pouco saudável) precisamos de um Plano de Desaceleração de tudo que faz mal. Quanto mais tranquila, melhor será a vida. A economia deve se adaptar à nossa qualidade de vida e não o contrário, como está acontecendo com o consumismo desvairado e a degradação descontrolada.
Enquanto as pessoas não reservam mais tempo para cultivar imaginação e descobrir formas lentas de felicidade, surgem canais sintonizados com o mundo veloz, tirando proveito dos hábitos eletrônicos e motivando as mensagens rápidas. OK, então vamos usá-los para tentar reverter os cenários. Assim, comecei a usar o Twitter com este objetivo. Buscar a reflexão e motivar uma visão crítica escrevendo micromensagens de 140 dígitos. Seguem abaixo os últimos microposts. Meu endereço é www.twitter.com/sergio_xavier e convido você a interagir nesta rede.
Quando faltar tempo para escrever neste blog, mandarei micromensagens via Twitter. E continuo defendendo um Plano de Desaceleração dos Sentimentos...
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27/01/2010 - 11h20
No último fim de semana (23 e 24/01), na companhia de lideranças do PV de vários municípios de Pernambuco, lançamos a "caravana-verde" e iniciamos uma série de viagens ao interior para vistoriar obras, mapear pontos críticos, detectar potencialidades e discutir as bases de um plano de desenvolvimento sustentável para o nosso estado. Estamos dispostos a construir uma alternativa verde e sair da mesmice no cenário político de 2010.
(...)
Sustentabilidade quer dizer criar empregos e sustentá-los por muitos e muitos anos. Quer dizer buscar uma solução para hoje e garantir que esta solução tenha vida longa, evolutiva, em todos os sentidos, garantindo inclusão das pessoas, desenvolvimento da economia e preservação dos recursos naturais para as gerações futuras. Quem pensa de forma sustentável planeja e previne-se. O governo precisa apresentar um plano de sustentação dos empregos na região e precisa realizar as ações de revitalização dos rios e das áreas degradadas. Não basta anunciar obras e divulgar a criação momentânea de empregos. É preciso visão sistêmica, integrada, perene.
Aqui fica clara a diferença do modelo adotado pela coordenadora das obras, Dilma Rousseff, e do modelo defendido pela senadora Marina Silva, ex-ministra do Meio Ambiente, ambas pré-candidatas a dirigir o Brasil pós-Lula. Marina, há tempos, contempla a sustentabilidade como requisito fundamental de qualquer projeto. Sabe que obras estruturadoras são fundamentais, mas que devem ser planejadas de forma inteligente e articulada. Evitando gigantismos: desconcentrando, distribuindo e garantindo continuidade dos processos. Não basta criar empregos aqui e perder acolá. Nem podemos gastar recursos naturais hoje sem deixar reservas para amanhã.
(continua...) [Para ler texto completo, clique no título]
09/01/2010 - 20h21
No horizonte político, o ano iniciou com nuvens de boatos, especulações e informações distorcidas, que tentam reduzir a importância da pré-candidatura presidencial de Marina Silva (PV). Claro, está iniciada a contagem regressiva para as eleições de outubro e sabemos que não teremos um (desejável) ambiente limpo e elevado nos debates e práticas políticas. A poesia e utopia ainda não conseguem prevalecer nesse mundo da disputa de poder.
Portanto, nada de lamúrias. É preciso firmeza, paciência, trabalho e idealismo para enfrentar a crueza da política rasteira que ainda reina em todos os lugares. E insistir, persistir, persuadir, somar, sem perder as referências, nem se distanciar dos sonhos, nem cair na tentação de usar as mesmas armas sujas.
Com a senadora Marina Silva, continuamos seguros da urgência e necessidade estratégica de construir uma alternativa política sintonizada com um novo modelo de desenvolvimento sustentável para o Brasil. É uma tarefa complexa, exaustiva, pouco compreendida, mas não vamos trocar a linha de frente de um projeto conectado com o futuro para ficar a reboque de velhos projetos, amarrados ao passado.
Sabemos que a nossa missão é abrir caminhos para novas percepções. E temos consciência de que novos caminhos começam com ousadias, minorias, perseveranças. E o mundo espera novidades do Brasil.
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03/01/2010 - 07h20
2010. Começa uma nova década do século 21.
Renovam-se expectativas e motivações. As redes digitais consolidam-se como canais contemporâneos para interagir, influenciar, fazer política no cotidiano e promover transformações colaborativas.
Enquanto alguns dizem que os jovens estão cada dia mais distantes da política, penso diferente. A política tradicional é que está distante dos jovens, que são cada dia mais influentes, fazendo política ao seu modo, usando a internet como o novo ambiente democrático de debate e articulação. A juventude do PV de Pernambuco é um exemplo: veja no Blog: http://www.juventudeverdepe.com.br/
Por isso, precisamos reciclar as velhas estruturas de partidos, ONGs e movimentos. Sair das burocracias e hierarquias convencionais para um plano horizontal , inspirado nas redes, onde todos participem em pé de igualdade - via web: de qualquer lugar, a qualquer hora e sobre o tema que desejar.
A onda é desverticalizar a participação política, fortalecendo o web-ativismo e transformando a internet num ambiente de construção coletiva de um novo modelo de desenvolvimento: inclusivo, criativo e sustentável.
Outro dia me convidaram para discutir com jovens a importância da participação deles nos partidos políticos. A idéia era mostrar como funcionam os partidos, dizer como a política determina o futuro de todos e motivar a participação da juventude.
Eu disse que seria uma ótima discussão. Mas, não no sentido de tentar convencê-los a se adequarem às superadas estruturas dos partidos atuais. Pelo contrário. Buscar entender suas visões, utopias, ideias e começar a construir com eles um novo modelo de partido em rede. Uma nova forma de ação política simples, direta, interativa.
Vemos hoje os partidos gastando mais energia na disputa por espaço de poder burocrático, interno, do que propriamente focando em projetos de grandes mudanças civilizatórias.
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19/12/2009 - 12h31
Zero acordo. Ou apenas um acordinho, ao apagar das luzes, muito aquém das expectativas e, sobretudo, das necessidades para conter o aquecimento global abaixo de 2 graus centígrados neste século.
Com o fracasso da COP15, mais do que nunca, a sociedade global precisa se mobilizar e continuar a eco-luta. Os partidos verdes serão ainda mais fundamentais para pressionar politicamente, lançar candidaturas, programas sustentáveis e reverter as tendências de retrocesso vistas em Copenhagen (que começou HOPEnhagen e terminou SHOPenhagen).
Enquanto isso, ao voltar do frio da Dinamarca para o calor do Recife, vejo nos jornais que o prefeito da capital pernambucana (um dos cem lugares que podem ser inundados com o aquecimento - Veja em: http://bit.ly/atM4b ), totalmente alheio, anuncia que a prioridade de 2010 é criar um pólo de empresas ligadas a petróleo e gás, integradas à refinaria de Suape - Veja em: http://bit.ly/4FmVfd ou no Jornal do Commércio de hoje: "Costa Planeja o Recife na "rota da Petrobras".
É inacreditável. Enquanto o mundo exige uma nova economia de baixo carbono os planos do Recife para o futuro estão indo no rumo oposto. E o prefeito escolheu o dia mais simbólico para anunciar isso (dia em que a humanidade lamenta o fracasso de Copenhagen). É incrível a falta de percepção e bom senso. Por estar ameaçada de submergir com a elevação do nível do mar, Recife deveria ser exemplo de projeto de cidade sustentável. E o prefeito, a exemplo dos líderes das ilhas Maldivas, Fiji e Tuvalu, deveria estar na Dinamarca pressionando por metas para conter o aquecimento em no máximo 1,5 graus (que foi o que defendi, juntamente com Marina Silva, Alfredo Sirkis, Guilherme Leal e Marco Mroz, durante a COP15).
Como cidadão recifense, que deseja um outro tipo de futuro para a nossa cidade, apresento algumas sugestões sustentáveis ao prefeito:
Veja 6 ideias sustentáveis para o Recife, clicando no título
17/12/2009 - 16h40
Faltando apenas um dia para o final da Convenção do Clima (COP15) seu resultado oficial ainda é uma grande interrogação. Esta foto, que fiz no centro de Copenhagen, sintetiza nossas dúvidas: o nome da capital da Dinamarca foi adaptado para HOPEnhagen em campanhas publicitárias ("Hope", significando "esperança" por decisões que possam evitar o aquecimento global).
Com a dificuldade dos países ricos (e poluidores) apresentarem propostas
consistentes para o corte de emissões de CO2 e para o financiamento das ações necessárias (visando evitar um aumento de temperatura acima de 2 graus centígrados, neste século), ativistas acrescentaram um "S" na nova palavra, criando a expressão "Shopenhagen". Ou seja, será que o comércio e o lucro sem ética vão prevalecer sobre a necessidade de salvar a vida no planeta Terra?
Esperamos que não, e viemos a Copenhagen, com Marina Silva, Alfredo Sirkis, Marco Mroz, Guilherme Leal e outros verdes brasileiros, fortalecer a pressão da sociedade global por um novo modelo de desenvolvimento de baixo carbono.
07/12/2009 - 16h01
Um governo verde deve ir além dos velhos modelos "desenvolvimentistas". Em vez do tradicional PAC - Plano de Aceleração do Crescimento (que foca apenas em obras, sem planejamento sistêmico), devemos formular um PAS - Plano de Aceleração da Sustentabilidade. Precisamos trocar Crescimento Insustentável por Conhecimento Inovador e transformar PAC em Plano de Aceleração do Conhecimento - ou seja, um grande programa de difusão de conhecimento em rede, com inclusão digital e profissionalização para a nova economia sustentável. Uma reinvenção dos processos educativos, usando internet e novas tecnologias audiovisuais. O Brasil precisa se capacitar rapidamente para aproveitar as imensas oportunidades da emergente economia de baixo carbono.
Segue link para síntese visual da proposta que estamos aprofundando no Partido Verde: Plano de geração em massa de empregos verdes como eixo principal de uma nova Economia Sustentável.
http://www.pv.org.br/brasilsustentavel/
Sintetiza propostas de conversão de desperdícios em renda e considera um "Upsizing" das grandes cadeias produtivas (ampliando postos de trabalho, reformulando a matriz energética, recuperando recursos degradados e reduzindo a poluição - tudo simultaneamente, num processo econômico "ganha-ganha").
Proponho que seja uma das bases do programa "Brasil Sustentável" (um programa para debater nas eleições de 2010), traduzindo de forma simples a nossa proposta de Eco-desenvolvimento, onde as dimensões Social, Cultural e Econômica estão intrinsecamente ligadas com a dimensão Ambiental.
Nos próximos dias, em Copenhagen, vamos articular contatos e parcerias internacionais para consolidar estas ideias, trocar conhecimentos e buscar recursos de compensações de carbono para aplicar nestes planos. Na Dinamarca encontrarei Alfredo Sirkis, Gilberto Gil, Marina Silva, Marco Mroz e outros verdes do Brasil e do mundo. Hora de fortalecer uma rede verde planetária!