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  • Compreendendo os Pais Adotivos (Livro)

    Aqui, o autor completa o trabalho que começou em Compreendendo o filho adotivo (já na 3ª edição) e aborda o tema do ponto de vista dos pais adotivos.

    Capa livro

    A adoção de filhos traz em si extraordinárias gratificações pessoais, como também apresenta algumas dificuldades peculiares. Aqui, o autor completa o trabalho que começou emCompreendendo o filho adotivo (já na 3ª edição) e aborda o tema do ponto de vista dos pais adotivos. 

    Trata-se de uma análise simples e objetiva de aspectos subjetivos e, no mais das vezes, complexos, da decisão de adotar. 

    O livro apresenta os seguintes capítulos: 

    • A verdade.
    • O sangue.
    • A infertilidade.
    • A gravidez após a adoção.
    • Os adotivos e os biológicos.
    • A consciência da maternidade-paternidade.
    • A separação dos pais adotivos.
    • A imagem dos pais biológicos.
    • A busca da origem.
    • O projeto educativo.

    Destaques: 

    "A verdade só existe verdadeiramente quando a atualizamos, a incorporamos ao acervo das nossas convicções e de nossas vivências. É a partir dessa maneira de aceitar e de viver a verdade que se estabelece a conduta dos pais adotivos de reconhecê-la não só como um direito do filho, como também uma necessidade para se conquistar a saúde mental e psicológica." 

    "...o afeto não é maior ou menor pelo fato de o filho ser biológico ou adotado. O amor ao filho independe da sua origem; é conseqüência de uma disposição interna que não leva em conta, necessariamente, características objetivas de quem se ama." 

    "Os pais adotivos que não se deixam intimidar pela presença e, muito menos, pela ausência dos pais biológicos de seus filhos, estão criando um ambiente psicologicamente seguro para o seu desenvolvimento." 

    "O medo de amar diferenciadamente os filhos tem origem na idéia de que, para não se fazer injustiça, tem-se a "obrigação" de amar os filhos da mesma maneira e na mesma intensidade, o que é, humanamente, impossível. Ama-se de formas diferentes, pessoas diferentes. A diferença não tem a ver com quantidade, até por ser impossível quantificar as emoções. O afeto é pessoal, na sua forma, intensidade, qualidade e duração. É resultante da disposição pessoal de amar, modificada pelas características de quem amamos. Há pessoas a quem facilmente amamos, enquanto a outras amamos trabalhosamente."

    "No seu sentido mais profundamente existencial, o filho adotivo surge como um agente de realização e de prazer, mesmo quando sua trajetória é tumultuada e difícil. Nesse aspecto, em nada difere a filiação genética da adotiva. A filiação por adoção carrega o mito da dúvida sobre o acerto da escolha, levando muitas pessoas a assumirem uma atitude preconceituosa e, portanto, inadequada, sobre o seu futuro. Nada do que é passível de acontecer ao filho adotivo deixa de sê-lo, também, ao "filho biológico"."

    "Só a consciência do significado da maternidade-paternidade vai proporcionar o ambiente de aprofundamento da relação filial adotiva. Essa consciência implica a incorporação do filho, como expressão da internalização do desejo e da decisão de tê-lo, o que não pode, simplesmente, ser conquistado como o preenchimento de uma necessidade circunstancial. Incorporar o filho significa ele "entrar no corpo para sair do corpo" como se fosse a simbolização do processo fisiológico de reproduzir: fecundar-gestar-parir. "

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