Foto: Ana Fonseca
teste topo
  • DataPernambuco, 22 de Julho de 2014
  • AumentarDiminuirNormal

As coloridas torcidas nos estádios da Copa do Mundo

06 de Julho de 2014 às 17:53 em por Homero Fonseca

Foto Fifa Zoom
Carnaval fora de época nas arquibancadas

 

            Um fenômeno comportamental vem se desenrolando na Copa do Mundo, num processo que começou a se tornar visível no torneio da Alemanha, em 2006, e atinge aparentemente seu clímax agora no Patropi. Falo do belo espetáculo das torcidas nos estádios, que está transformando os jogos em evento fashion..

            Em primeiro lugar, o público não é, em grande parte, o habitual em jogos de futebol. Os altos preços dos ingressos funcionam como uma barreira de classe, como em toda a Copa do Mundo em todos os lugares. A turma do “Todos com a nota” definitivamente está fora. Os pobres e a classe média baixa assistem ao maior espetáculo do mundo pela televisão. No caso do Brasil, há uma especificidade: como decorrência da nossa formação histórico-social, em que pobreza e afrodescendência caminham juntas, há um notável embranquecimento da torcida. Excetuando-se grupos bem identificados de aficionados africanos (Gana, Nigéria, Camarões e Costa do Marfim) havia/há pouquíssimos negros e mesmo mulatos nas arquibancadas.

            Além da evidente diferenciação econômica-social, há também algumas características culturais diferenciadas. Refiro-me ao pessoal que, sem ser realmente fã do futebol e nem sequer entender muito claramente suas regras, torna-se “torcedor de Copa” contagiado naturalmente pelo clima geral decorrente da competição esportiva, em que o sentimento de identidade nacional aflora mais sensivelmente. Nesse caso, isso vale, claro, para quem está fora e quem está dentro dos estádios.

            Some-se a esses fatores  digamos esportivos,  outros mais complexos gerados pelo acentuado narcisismo e exibicionismo reinantes nas sociedades contemporâneas, de que são exemplos contundentes as redes sociais (as “selfies”, as caras e bocas, as poses, os registros em lugares chiques etc. não me deixam mentir).

            O exibicionismo salta aos olhos nos estádios, na forma de fantasias extremamente produzidas, às vezes encontradas aos pares ou em grupos, numa profusão de cores, máscaras e adereços a compor um exuberante arco-íris, a lembrar um formidável cortejo onde desfilassem juntos três maracatus e duas escolas-de-samba. Nesse megaespetáculo midiático-esportivo os torcedores e torcedoras disputam espaço com os protagonistas – os jogadores em campo. Havia gente fantasiada de gladiador, palhaço, guerreiro, diabo, camponesa e até queijo-suíço, numa carnavalização flagrante. É gente bonita a sair pelo ladrão. Ganha um doce quem encontrar um feio, banguela e sujo nessas multidões ululantes.

            E intrinsecamente ligado ao exibicionismo, vem o narcisismo, exacerbado a partir da instalação de gigantescos telões, onde todos os atores podem se ver ao vivo e em cores. É patente a reação de autossatisfação quando as pessoas se percebem flagradas pelas câmeras: explodem em alegria, mesmo que suas seleções estejam perdendo e mesmo sendo eliminadas do torneio. Dá pra desconfiar que muita gente fica mais atenta à aparição de sua imagem na poderosa vitrine (pois será vista por bilhões de telespectadores em todo o mundo, inclusive seus amigos e desafetos que estão assistindo nos bares ou em suas casas)  do que ao jogo propriamente dito que se desenrola lá embaixo. Isso é um fenômeno típico das copas, mas que, a permanecerem as telonas e a focalização das câmeras na torcida, pode se transformar em novas formas de comportamento. Até os próprios jogadores vez por outra dão espiada meio disfarçada em suas figuras lá no alto. Eles sabem que o jogo está sendo gravado, poderão ad infinitum ver suas performances, mas não resistem ao apelo narcísico do espelho eletrônico.

            Faço esse registro como mero observador, sem atribuir qualquer valor ao fenômeno. E, aliás, se tivesse de valorar, diria que melhor essas torcidas coloridas e um pouco alienadas do futebol do que os “hooligans”, os “barras bravas” e, entre nós, as famigeradas “organizadas” com seu comportamento violento inaceitável.

            [Para finalizar, revelo uma pequena idiossincrasia: recuso a chamar os estádios de futebol de arenas, como quer a Fifa, porque a palavrinha pra mim está associada aos espaços onde, no império romano, escravos, cristãos e dissidentes em geral eram atirados aos leões. Além de ter sido o nome do partido político de apoio à ditadura no Brasil.]

           

 

 

Sensacional: final da Copa de 58 na íntegra

03 de Julho de 2014 às 00:36 em por Homero Fonseca

 

Na Copa de 1958 eu tinha 10 anos e ouvi vários jogos, incluindo a decisão contra a Suécia, pelo rádio, com direito àqueles estalos e chiadeiras da estática. 

Na minha memória afetiva, a Seleção de 58 sempre foi a melhor de todas: de metade do time pode-se dizer que eram os melhores do mundo à época (Pelé, Garrincha, Didi, Nilton Santos e Djalma Santos. Também foi a única que obteve um bicampeonato consecutivo. Esta semana, ouvi na TV Carlos Alberto, o capitão de 70, dizer que aquela era mesmo a melhor. Tamos conversados.

Agora, recebo um presente excepcional do amigo Gianni Mastroianni: o vídeo com o jogo completo, um trabalho excepcional do engenheiro Carlos Augusto Marconi, 64 anos, especialista em telecinagem que montou um verdadeiro quebra-cabeças, em anos de pesquisa e trabalho. Para construir a transmissão da vitória brasileira por 5 a 2 em cima dos suecos, o engenheiro utilizou áudio-ambiente retirado de uma película inglesa, com imagens obtidas em 2006 e narradas em russo. Ele as usou como base em vídeo e cobriu as imagens com áudios de rádios brasileiras.

 Está no You Tube, neste endereço:

 https://www.youtube.com/embed/qd4TklxFOm8?rel=0

 Como as imagens em preto e branco são precárias, eis o número dos jogadores, para ajudar na identificação: Gilmar 3, Djalma Santos 4, Bellini 2, Orlando 15, Nílton Santos 12; Zito 19 e Didi 6; Garrincha 11, Vavá 20, Pelé 10 e  Zagalo 7.

 Vejam as diferenças do estilo de jogar daquela época, com menos toques, mais bolas enfiadas, jogadores mais fixos nas posições. Na minha opinião, o grande nome da partida foi Zagalo, realizando um trabalho impecável e incansável de ligação como ponta recuado, dando dois passes para os gols de Pelé e fazendo o dele próprio. O menino Pelé não teve desempenho brilhante, mas em duas jogadas geniais mandou a bola pras redes. Garrincha deu um show à parte. Vavá não era apenas um centro-avante rompedor, tipo tanque-de-guerra: deslocava-se, buscava jogo nas laterais, tabelava. Didi como sempre o maestro, mas nas duas faltas que cobrou não deu o efeito folha-seca na bola; Nilton Santos muito bom, seguro, mas levou um chapéu de um sueco: e Djalma Santos enchendo os olhos da gente na lateral-direita, marcando e apoiando com extrema classe e elegância.

 Deleitem-se, camaradas.

CRÍTICO LITERÁRIO SUSPEITO COMENTA MEU LIVRO INFANTIL "GOL DE LETRA"

29 de Junho de 2014 às 13:57 em por Homero Fonseca

 

O nome dele é João. Vai fazer 6 anos. Vive em São Paulo, com os pais Pedro e Luanda, e as irmãs, Irene e Tereza. É meu neto, por isso é suspeito. Mas é bom lembrar que criança pequena não segue muito as convenções; Portanto, vale a pena transcrever sua resenha sobre o livro. (Particularmente, imagem a emoção!)

Cliquem no link aí embaixo para ver o vídeo, que está no You Tube.

 

https://www.youtube.com/watch?v=0mPpAzc0iSE&feature=share

Um "gentleman" do rádio sai do ar

20 de Junho de 2014 às 12:15 em por Homero Fonseca

 Conheci Edvaldo de Castro na Rádio Cultura do Nordeste, de Caruaru, em 1964, onde, aos 16 anos, me iniciei no jornalismo. Ele tinha uns 10 ou 12 anos mais que eu e uma carreira conslidada. Nossa convivência não foi longa, mas o suficiente para que dele emergisse um perfil de cavalheiro num ambiente que está mais para cavaleiros destemidos.

Excelente locutor, franzino, de voz grave levemente empostada, exercitava uma fina ironia nas conversas na emissora ou em mesa de bar. Conversamos e tomamos algumas juntos. Inteligente, bem informado, já bem vivido e modesto. Nunca falou que trabalhara na BBC e na Voz da América. Nem que tinha sido professor de inglês. No meio, comentava-se aventura amorosa dele com uma famosa radialista do Recife, que, no detalhe das fofocas, teria gozado 12 vezes numa transa. Mas da boca dele nunca ouvi qualquer fanfarronice.

Soube agora que ele faleceu em Vila Velha, Espírito Santo, onde morava nos últimos anos.

 Fiz uma homenagem en passant a Edvaldo de Castro, no romance Roliúde, dando o nome de Antônio de Castro a um repórter que entrevista Bibiu, num episódio em que me baseei numa história de domínio público (o Nordestino x Hitler).

 Eis o trecho:

 A Batalha de Berlim

 Deixando de lado as lembranças e voltando pro miolo da história, quando terminou a guerra, cheguei em Caruaru afamado de herói e fui festejado na pensão de Cida. Apareceu todo mundo, meus amigos, os conhecidos, uns desconhecidos no meio e até o repórter Antônio de Castro, correspondente do Jornal de Pernambuco, que improvisou ali mesmo uma entrevista comigo:

– Bibiu, apesar de você ser um herói, o público quer saber se você alguma vez sentiu medo na guerra.

– Medo, senti um pouquinho – respondi –, mas o que incomodava mais era o zunido das balas sobre minha cabeça, dia e noite, prejudicando meu sono.

O repórter fez então a pergunta que os repórteres sempre gostam de fazer:

– Dos acontecimentos protagonizados por si no recente conflito bélico, qual foi realmente o mais marcante, o que ficará para sempre gravado em sua memória?

Tomei um gole de rum, limpei os beiços com as costas das mãos, larguei um pigarro pra dar um suspense e respondi na maior simplicidade:

– Bem, amizades, o momento mais marcante, pelo menos para minha modesta pessoa, foi quando entramos em Berlim...

– Em Berlim? – perguntaram.

– Sim, em Berlim, pois a minha divisão, depois da tomada de Monte Castelo, chegou na frente dos americanos e dos russos na invasão da capital alemã. Esse fato não foi alardeado porque os americanos chamaram para si a glória da façanha. O presidente Getúlio Vargas concordou com esse capricho dos galegos somente pra contrariar os russos comunistas, que se pabulavam de terem sido eles a conquistar Berlim. Mas isso é briga de cachorro grande, e não sou eu quem vai desmentir a história dos americanos. É melhor ficar por aqui, não quero parecer estar me gabando...

Foi aquele burburinho, todo mundo querendo que eu continuasse.

– Se vocês fazem questão que eu conte...  Bem, como eu ia dizendo, entramos em Berlim numa quarta-feira, às 4 horas da tarde, um calor de lascar o cano. Eu e meu pelotão íamos por ali, abaixadinhos, de fuzil na mão, passando por rua, beco, descampado, as casas furadas de bala, os lugares meio desertos, porque tudo que era alemão já tinha fugido. Só precisava ter cuidado, porque um ou outro podia estar escondido atrás de uma moita. Ia a meu lado o cabo Nunes, que se estivesse aqui não me deixaria mentir. Então, vi uma mansão muito rica, com um jardim muito bonito. Na frente tinha uma pitombeira bem carregada, com cada cacho maduro de dar água na boca. Eu parei pra pegar umas pitombas e a tropa seguiu em frente, me deixando pra trás. Entonces fiquei por ali, chupando pitomba, quando ouvi um barulho dentro da mansão... Resolvi ver o que era. Peguei o fuzil, beijei a medalhinha do meu trancelim, subi os 17 degraus da mansão e abri a porta com um chute. Entrei virado no Cão, pronto pra o que desse e viesse. E quem eu vejo lá, no meio da sala, olhando pra mim, desconfiado?

– Quem? – perguntou Antônio de Castro.

– O principal dos alemães!

– Hitler??!!! – admiraram-se todos.

– Ele mesmo, o xexelento!  Se não foi ele, eu choche! O safado olhou pra mim como quem estava pedindo penico, e eu não tive conversa: apontei o fuzil pra caixa dos peitos dele, dedo no gatilho. Vendo minha disposição, o cabra se ajoelhou nos meus pés, levantou os braços se rendendo e gritou, com a fala engrolada dele, se cagando de medo:

– Pelo amor de Deus, Bibiu, não me mate!

O pessoal gostou, foi aquela salva de palmas. É essa história da minha prosopopéia. O povo conta aumentando muito, enfeitando as conjuminâncias, essas coisas. O jornal do Antônio de Castro, comentando o afamado episódio, tascou na manchete, se pabulando porque de vez quando fazia um artigo criticando os nazistas: “Se Hitler tivesse ouvido nossos conselhos...”

 

A elite brasileira inventou o pornoprotesto

14 de Junho de 2014 às 19:01 em por Homero Fonseca

 

Acordei tentando digerir a overdose de informação e comentários sobre os acontecimentos de ontem, ainda não eram 7 da matina, o telefone toca.

Reconheço a voz de tabagista do professor Zé de Arruda, que andava sumido presencial e telefonicamente.

 Ainda meio zonzo de sono, ouço a frase retumbante e certeira do meu amigo meio filósofo:

 - A elite brasileira inventou o pornoprotesto!

 Referia-se, claro, às vaias dirigidas à presidente Dilma, ontem, no Itaquerão, durante cerimônia de abertura da Copa e jogo Brasil x Croácia.

 E logo ele completou

 - Isso tudo, claro, estimulado pela intoxicação midiática que também acomete a classe média remediada.

 Pensei um pouco. Tem razão o camarada. E lembrei de uma situação vivida por mim em 1963, aqueles idos de radicalização e confronto ideológico que culminaram com a deposição do presidente Jango, tramada pela elite ciosa de seus privilégios, insuflada pela mídia e apoiada pela classe média que foi às ruas nas marchas  “da família, com Deus, pela liberdade”.

 Tinha eu 15 anos, morava em Caruaru e fui a um jogo entre o Central e o Náutico. Foi quando percebi que os tradicionais xingamentos – “juiz ladrão”, “filho da puta” – haviam sido substituídos por “comunista” e... pasmem,  “camponês”!

Ou seja, para certa elite que estava no estádio, comunista e camponês eram palavrões. E como isso aconteceu? O contexto é o seguinte: a grande mídia atacava de forma sistemática o governo constitucional, alardeando um plano de comunização do Brasil e diariamente martelava denúncias de corrupção. (O golpe civil-militar foi perpetrado sob a bandeira de combate ao comunismo e à corrupção. Em Pernambuco, o bombardeio sobre o governo Arraes era agravado pela intensa mobilização nos campos, à frente as Ligas Camponesas. O jornal O Globo chegou a publicar uma foto de um grupo folclórico de bacamarteiros indicando tratar-se de guerrilheiros armados por Arraes.

(Em 1979, após a anistia e a volta de Arraes, presenciei o encontro do repórter do jornalão carioca à época, José do Patrocínio Oliveira, com o ex-governador, em que aquele se desculpou, alegando ter mandado a foto dos bacamarteiros, mas a legenda ter sido inventada na redação, no Rio.)

Naquela época, a classe média era assombrada pelo fantasma da ascensão popular por meio das chamadas reformas de base e odiava Jango e Arraes, como hoje está intoxicada pelo bombadeio midiático contra certos avanços nos governos petistas (Bolsa-família, aumentos reais do salário mínimo, regulamentação do trabalho das empregadas domésticas etc) e pelas reiteradas denúncias de corrupção contra um só partido. E também, naturalmente, odeia Lula e Dilma.

 Contei o episódio do jogo de futebol a Zé.

 - Ótimo doutor Fonseca. Isso corrobora o que falei. Mutatis mutantis, as situações são muito semelhantes.

 Novamente concordei com ele.  Acho que estamos vivendo momentos delicados. Há tempos observo que a direita ensandecida, na ânsia da manutenção do seu status quo (epa, hoje é dia de latim!), tenta a todo custo derrubar os governos do PT pelos seus acertos, usando como pretexto os seus erros. Já disse isso e torno a dizer.

 A essa altura da conversa, como vocês devem ter percebido, eu já estava totalmente desperto. Estamos em tempos de ódios de classe e quem nega isso é gente que fala: “Não tenho preconceito de raça, mas...”

 Agora foi a vez de Arruda concordar comigo.

 - Claro, claro. Aquele povo que mandou a presidente da República “tomar no cu” é composta por endinheirados, brancos, escolarizados. Gente que critica a corrupção, mas dá propina a guardas para não pagar multa, fura fila, usa sem remorsos o tráfico de influência para levar vantagem em tudo. Pessoas que estudaram em escola particular e são atendidas na rede de saúde privada e que, estranhamente, somente nos governos Lula e Dilma se mostram extremamente preocupadas com a educação e a saúde públicas.

 Chamei a atenção para o fato de até a bisonha cerimônia de abertura da Copa (realmente vexaminosa) estar sendo atribuída, direta ou indiretamente, ao Governo, como tantas outras coisas que são responsabilidade da Fifa, que contratou a coreógrafa belga Daphné Cornez para comandar o deprimente espetáculo. E mato a cobra e mostro o pau: leio para Zé uma matéria publicada ontem no saite da Folha de São Paulo (“Folha na Copa”), assinada por um tal Silas Martí, um primor de incompetência e desonestidade jornalística, ao criticar duramente a abertura, mas, em nenhum momento do texto, esclarecer que a responsável por aquilo era a Senhora Fifa. E ainda por cima, sem querer, deixou vazar seu profundo preconceito social ao definir assim o evento:

 “Tudo teve ares da 25 de Março, a famosa rua de comércio popular do centro paulistano”.

 Houve uma pausa ao telefone. Como conheço meu amigo, supus que ele estava com a cabeça fervendo e se controlando para falar, o que efetivamente falou:

  - Olha, meu caro. Se eu tivesse a má educação daquela cambada que xingou a Dilma ontem, eu os mandaria tomar todos nos respectivos cus.

 

Últimas Atualizações

Últimos Clips

AchaNotícias

Pernambucânia

Descubra o que há no nome das cidades pernambucanas

Iteia

O Nome da Minha Cidade

Colabore! Mande-nos o que sabe sobre o nome de sua cidade, origens e significado.









Ver mensagens enviadas

Indique

Indique o blog para um amigo





Tags

corrupção barão de itararé eliana calmon escravidão luiz ruffato literatura proletários lampião cordel roliúde - amor - joseph ratinger sarau plural 21 crônica: a poética do cotidiano - joca souza leão cinema homem de moral paulo vanzolini bienal, centro de convenções, escritor, homenagem, mauro mota, poeta amazônia amapá macapá - contestado frança brasil - república do cunani - história olinda - nome de cidade - lenda de iangai - lula cardoso aires - história - tiponímia menos luíza - ascenso ferreira - comunicação - celebridades amapá rio amazonas macapá linha do equador floresta amazônica jazz adorno hobsbawn brubeck sarau papa-figo humor bione fernando pessoa - josé paulo cavalcanti filho - poesia portuguesa - sarau plural flimar literatura marechal deodoro lêdo ivo literatura fantástica índice nático sarau paixões sidney rocha anaïs nin raymond radiguet stefan zweig sarau plural joca souza leão boato pânico recife tapacurá cheias pedro juan - ofício de escritor josué de castro josé lins do rego mangue caranguejo chico science democracia corintiana sócrates mino carta america latina - marcus accioly geneton moraes neto - geraldeo vandré - calúnia na internet steve jobs design jonatah mak rio amazonas amapá macapá cidades viagem equador marco zero pirarucu jambu zé de arruda - filosofia - chistes e tiradas - jovem recém-casada cléitson feitosa - exposição - grupo evolução, caruaru - - guerra dos mundos orso welles maranhão quito - romance twitter lula falcão roliúde teatro evangélicos periferia flávio brayner - educação - libertação - crônicas nélson de oliveira - leis da integridade criativa

Arquivo