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Sarau Plural: o Mestre a a Bailarina

26 de Agosto de 2014 às 16:04 em por Homero Fonseca

 

Dois na lista

26 de Agosto de 2014 às 09:19 em por Homero Fonseca

 

 

 

 

 

 

 

Folha da Jaqueira (house organ) da Livraria Jaqueira, edição de julho/agosto 2014.

Dois livros na lista de mais vendidos na secção infantil.

As eleições e a mídia

22 de Agosto de 2014 às 11:33 em por Homero Fonseca

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Apresentadora da Globo de dedo em riste para a presidente da República

 

Artigo de Marcos Coimbra, do Instituto Vox Populi, na Carta Capital – 18/08/2014.

 Na próxima terça 19, com o início da propaganda eleitoral na televisão e no rádio, entraremos na etapa final da mais longa eleição de nossa história. Começou em 2011 e nossa vida política gira em torno dela desde então.

A batalha da sucessão de Dilma Rousseff foi iniciada quando cessou o curto período de lua de mel com as oposições, no primeiro ano de governo. Talvez em razão do vexame protagonizado por José Serra na campanha, o antipetismo andava em baixa.

Durou pouco. Na entrada de 2012, o clima político deteriorou-se. As oposições perceberam que, se não fizessem nada, marchariam para nova derrota na eleição deste ano. Ao analisar as pesquisas de avaliação do governo e notar que Dilma batia recordes de popularidade a cada mês, notaram ser elevadas as possibilidades de o PT chegar aos 16 anos no poder. E particularmente odiosa. Serem derrotadas outra vez por Dilma doía mais do que perder para Lula.

Ela era “apenas” uma gestora petista, sem a aura mitológica do ex-presidente. Sua primeira eleição podia ser creditada, quase integralmente, à força do mito. Mas a segunda, se viesse, seria a vitória de uma candidatura “normal”. Quantas outras poderiam se seguir?

A perspectiva era inaceitável para os adversários do PT. Na sociedade, no sistema político e no empresariado, seus expoentes arregaçaram as mangas para evitá-la. A ponta de lança da reação foi a mídia hegemônica, em especial a Rede Globo.

Recordar é viver. Muitos se esqueceram, outros nem souberam, mas a realidade é que a “grande imprensa” formulou com clareza um projeto de intervenção na vida política nacional. Não é teoria conspiratória. 

Quem disse que os “meios de comunicação estão fazendo de fato a posição oposicionista deste País, já que a oposição está profundamente fragilizada”, foi a Associação Nacional de Jornais, por meio de sua presidenta, uma das principais executivas do Grupo Folha. Enunciada em 2010, a frase nunca foi tão verdadeira quanto de 2012 para cá.

Como resultado da atuação da vanguarda midiática oposicionista, estamos há três anos imersos na eleição de 2014. A derrota de Dilma é buscada de todas as formas. O “mensalão”? Joaquim Barbosa? A “festa cívica” do “povo nas ruas”? O “vexame” da Copa do Mundo? A “compra da refinaria”? O “fim do Plano Real”? A “volta da inflação”? O “apagão” na energia? A “crise na economia”? A “desindustrialização”? O “desemprego”?

Nada disso nunca teve verdadeira importância. Tudo foi e continua a ser parte do esforço para diminuir a chance de reeleição da presidenta.

Ou alguém acha que os analistas e comentaristas dessa mídia acreditam, de fato, na cantilena que apregoam quando se vestem de verde-amarelo e se dizem preocupados com a moral pública, os empregos dos trabalhadores ou a renda dos pobres? Ou que queiram fazer “bom jornalismo”?

Temos agora uma ferramenta para elucidar o papel da mídia na eleição. Por iniciativa do Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, está no ar o manchetômetro (http://www.manchetometro.com.br), um site que acompanha a cobertura diária da eleição na “grande imprensa”: os jornais Folha de S.Paulo, O Globo e O Estado de S. Paulo, além do Jornal Nacional da Globo (como se percebe, os organizadores do projeto julgaram desnecessário analisar o “jornalismo” do Grupo Abril).

Lá, vê-se que os três principais candidatos a presidente foram objeto, nesses veículos, de 275 reportagens de capa desde o início de 2014. Aécio Neves, de 38, com 19 favoráveis e 19 desfavoráveis. Tamanha neutralidade equidistante cessa com Dilma: ela foi tratada em 210 textos de capa. Do total, 15 são favoráveis e 195 desfavoráveis. Em outras palavras: 93% de abordagens negativas.

É assim que a população brasileira tem sido servida de informações desde quando começou o ano eleitoral. É isso que faz a mídia para exercer o papel autoassumido de ser a “oposição de fato”.

O pior é que a influência dessas empresas ultrapassa o noticiário. Elas contratam as pesquisas eleitorais que desejam e as divulgam quando e como querem. E organizam os debates entre candidatos.

Está mais que na hora de discutir a interferência dessa mídia no processo eleitoral e, por extensão, na democracia brasileira.

Tragédia e teorias conspiratórias

16 de Agosto de 2014 às 21:09 em por Homero Fonseca

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Em junho, o Cessna da campanha de Eduardo teve uma pane no Paraná

 


A Globo (e outras redes) induziram o público a que houve um atentado na queda do avião de Eduardo Campos.

É de uma leviandade e uma irresponsabilidade espantosas. Os comentários e noticiários deram a entender que o Cessna Citation estava em perfeito estado, portanto afastando qualquer falha técnica, e os pilotos eram competentes, portanto falha humana estaria fora de cogitação. Tudo isso precocemente, sem fundamento em laudos técnicos. O mau tempo que provocou a manobra, prevista mas fora do padrão normal, de arremeter o avião e informes de que a aeronave teria apresentado problemas técnicos recentemente, são deliberadamente ESQUECIDOS. O notório Alexandre Garcia foi enfático nesses pontos, concluindo que o acidente era UM MISTÉRIO. Ora, todo acidente aéreo, até que sejam concluídas as complexas e demoradas investigações sobre suas causas, é um mistério. Ficar enfatizando isso insistentemente é induzir a que, na cabeça das cabeças, já transtornadas pela dimensão da tragédia, desate-se as mais pirotécnicas teorias conspiratórias, como todo evento de grande comoção por si só já enseja.

Um exemplo de maluquice: rola nas redes sociais a "notícia" de que a presidente Dilma teria sancionado, NO DIA DO ACIDENTE, lei que determina sigilo durante as investigações de desastres aéreos. Absurdo. As informações corretas estão no saite e-farsas, especializados em desmentir boatos e hoax na internet. Leiam aqui: http://www.e-farsas.com/dilma-cria-lei-tornando-sigilosas-investigacoes-sobre-acidentes-aereos.html

Ninguém em sã consciência pode dizer, antes da conclusão das investigações, o que aconteceu. O que pretendem a Globo e suas congêneres com isso? Não sei. Semear a confusão, certamente. Com que objetivo?

Resta apenas, enquanto aguardamos os resultados dos órgãos especializados em investigação de acidentes aeroviários, lamentar profundamente as mortes de Eduardo e seus assessores, todos jovens, competentes e extraordinárias figuras humanas.

A notícia de que a caixa preta (CRV) não tinha gravado as últimas conversas a bordo é sem dúvida incomum. Pra quem já estava inclinado, motivado pela mídia ou por temperamento, a acreditar piamente em atentado ou coisa assim, ouvi um brigadeiro, ex-chefe do Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aéreos) revelar que a a gravação é apenas um dos elementos da investigação, e a falha em absoluto não impede os trabalhos. Também um técnico informou que a caixa de gravação pode apresentar defeito ou estar com sua capacidade lotada.

Essas duas informações ouvi nos telejornais de ontem à noite, assim como outra, importante: a de que o mesmo Cessna havia apresentado problema técnico em uma decolagem no Paraná, recentemente, obrigando Eduardo e Marina a irem de carro até Londrina. Passou até um vídeo dolorosamente irônico, em que ele comenta o incidente e diz algo como: "Pelo menos foi em terra!" e todos riem. Essas informações somente agora estão sendo divulgadas, mas o estrago das insinuações levianas já está feito. Já se fala abertamente nas redes sociais, sem o menor fundamento, em atentado, assassinato etc. Se a mídia estivesse minimamente interessada em fazer reportagens investigativas iria atrás de uma postagem que li por aqui de que o piloto teria escrito em sua página que estaria CANSADAÇO devido ao ritmo intensíssimo de uma campanha eleitoral.

Quero dizer, por fim, que para as investigações todas as hipóteses devem ser avaliadas e que é justa a estranheza do público devido ao desencontro de informações (entretanto normal pela lentidão das investigações). O que não se pode é, a partir de predisposições políticas, tirar conclusões precipitadas e, por ingenuidade ou má fé, espalhá-las como verdade nas redes sociais.

Por fim, façamos um exercício dedutivo, somente como hipótese, sobre um eventual atentado: a pergunta básica é A QUEM INTERESSARIA a tragédia? A situação eleitoral fica bastante conturbada. É bom lembrar o notável desempenho de Marina Silva nas eleições presidenciais passadas e o fato de que, antes da aliança com o PSB, ela tinha maiores índices de intenção de votos do que o próprio Eduardo. Portanto, saindo candidata, Marina tirará votos de Dilma (parte da esquerda desiludida com o PT) e abocanhará alguns percentuais dos indecisos e pode ir para um segundo turno, deixando Aécio fora do jogo. Portanto, tanto Dilma como Aécio não teriam qualquer interesse nisso, ambos saem perdendo. Na véspera da tragédia, toda a imprensa noticiava, com base em reiteradas pesquisas, que a candidatura de Eduardo “não decolara”. Portanto, não era ameaça direta nem a Dilma, nem a Aécio, que esperava contar com ele num eventual segundo turno, também indefinido até agora. Marina sim, com os 20 milhões de votos da eleição passada, se não é uma ameaça direta aos dois oponentes, desequilibra totalmente a correlação de forças eleitoral.

Outro dados importante: Quase todos os acidentes aéreos registrados no ano passado no País (como no mundo) envolveram aeronaves pequenas, focadas em transporte privado, de táxi aéreo ou instrução. No decorrer do ano passado, 159 aeronaves sofreram acidentes no Brasil, 158 delas de transporte não regular (leia-se, vôos de carreira), segundo dados da Anac.
Os dados estão no blogue Radar da aviação, do Estadão:
http://blogs.estadao.com.br/.../2014/08/13/acidentes-aereos/

Um cão por testemunha

04 de Agosto de 2014 às 10:12 em por Homero Fonseca

 

O último Sarau Plural (30 jullho 14) teve como tema Meu tipo inesquecível (Os personagens) e como convidado especial o diretor de teatro e coordenador de cultura do SESC pernambucano José Manoel Sobrinho, com participação especial ainda da cantora Soninha Sinimbu. Os depoimentos de quem estava por lá são entusiásticos. A atuação de José Manoel e equipe no SESC já foi classificada por Jomar Moniz de Brito como equivalente a uma secretaria da Cultura estadual.

Uma amostra do recital: texto de Mário Benedetti, do livro Montivedeanos (que, salvo engano, não tem tradução no Brasil), com um maravilhoso personagem chamado Fido.

Acabou a raiva 

Mário BENEDETTI

Tradução: Homero Fonseca

                     Embora a perna do homem apenas se movesse, Fido, debaixo da mesa, apreciava por demais essa carícia em redor do focinho. Isto era quase tão agradável como abocanhar pedacinhos de carne assada diretamente das mãos do amo. Já há algum tempo que, contra sua vocação e configuração (patas grossas e firmes, pescoço robusto, orelhas afiladas), Fido se havia convertido em um cão de apartamento, condição que entretanto não o confundia com os baixinhos afeminados, histéricos e mijões que desprestigiavam o segundo andar.

                    Fido não pertencia a uma raça definida, porém era um animal disciplinado, consciente, que em geral adiava suas necessidades até o meio-dia, hora em que o levavam a rua para efetuar sua revista de árvores. Sabia ainda como aguentar-se em duas patas até receber a ordem de descanso, trazer o jornal na boca todas as manhãs, emitir um latido barítono quando soava a campainha e servir de capacho a seu dono e senhor quando este voltava do trabalho. Passava a maior parte do dia deitado num cantinho da sala de jantar ou sobre os tapetes do banheiro, dormindo ou simplesmente contemplando o verde sedativo da banheira.

                    Em geral, não incomodava nada. Verdade que não sentia um afeto especial pela mulher, mas como era ela que se preocupava em preparar-lhe o de-comer e renovar-lhe a água, Fido hipocritamente lhe lambia as mãos algumas vezes ao dia, a fim de não perturbar serviços tão vitais.

                    Os grandes momentos do dia eram, sem dúvida, as duas refeições, o passeio diurético pelas ruas e especialmente depois do jantar, quando o homem e a mulher conversavam distraídos e ele sentia junto ao focinho o roçar afetuoso do pijama de flanela.

                    Porém esta noite Fido estava estranhamente inquieto. O agitar do rabo não era, como em outras ocasiões, um sinal de mimo ou reconhecimento. Uma manha de cão velho. Nessa noite, o passado imediato pesava sobre ele. Uma série de imagens, bastante recentes, se havia acumulado em seus olhinhos chorosos e experimentados. Em primeiro lugar: o Outro. Sim, uma tarde em que estava só no apartamento, tirando uma soneca no banheiro, a mulher chegou acompanhada do Outro. Fido ladrara sem timidez, havia se comportado como um profeta. O tipo o havia chamado repetidas vezes, num carinho falso, mas ele não gostara daquelas ásperas calças negras nem do antipático cheiro do homem. Duas ou três vezes conseguiu dominar-se e se aproximou farejando, mas afinal se retirou para seu cantinho, onde o cheiro da fruteira era mais forte que o do intruso.

                    Dessa vez a mulher só havia falado com o Outro, mas se havia rido como nunca. Mas outro dia em que estava sozinha com Fido, o tipo apareceu, haviam se pegado nas mãos e terminaram se abraçando. Depois, aquela cara redonda, com bigodes negros e olhos saltados, apareceu cada vez com mais freqüência. Nunca passaram ao quarto, mas no sofá faziam coisas que traziam a Fido violentas nostalgias das cãozitas de certa chácara em que transcorrera sua cachorrice.

                    Desde o começo, Fido havia compreendido que não devia se aproximar, que os latidos proféticos do primeiro dia não podiam repetir-se. Por seu próprio bem, pela continuidade dos serviços vitais, pelo ansiado passeio à rua. Não lambia a mão de nenhum dos dois, mas tampouco incomodava.  Apesar disso, eles pareceram se advertir de sua presença.

                    De repente, a mulher teve especial consciência de que o cachorro existia, de que estava presente, de que era uma testemunha, a única testemunha. Fido não tinha nada que reprovar-lhe, ou melhor dizendo, não sabia que tinha algo a reprovar-lhe, mas estava ali, no banheiro ou na sala, olhando.

                    E sob esse olhar úmido, remelento, a mulher acabou por sentir-se inquieta e não tardou a ser tomada por um ódio violento, insuportável.

                    E agora que recebia a diária cota de afeto, agora que sentia no focinho o roçar e o cheiro preferidos, se sabia protegido e seguro. Mas e depois? Seu problema era uma recordação, a mais próxima. Há um dia, dois ou três – um cão não rotula o passado – o tipo havia tido que sair apressado (por que?) e deixara esquecida a cigarreira, uma coisa linda, dourada, muito dura, sobre a mesinha da sala.

     A mulher a havia guardado, também apressada (por que?), atrás de uma cortina da despensa. E, mal ficou sozinho, lá foi Fido cheirá-la. Aquilo tinha o odor desagradável do tipo, mas era dura, metálica, brilhante, uma coisa cômoda de lamber, de empurrar, de fazer ecoar contra as tábuas do piso.

               Outro dia, aconteceu então algo inesperado. A mulher entrou no quarto e voltou em seguida. Ela e o homem falaram, a princípio relativamente calmos, depois aos gritos. De repente a mulher se calou, tirou o casaco do guarda-roupa, vestiu-o de chofre e, sem que o homem fizesse nenhum movimento para impedi-la, saiu para a rua, batendo a porta com tal violência que o cão não teve remédio senão ladrar.

         O homem ficou nervoso, concentrado. A Fido ocorreu que este era o momento. Nada de vingança; na realidade não sabia o que era isso. Porém o instinto indicava que este era o momento.

          O homem estava tão ensimesmado, que não nem notou que o cão lhe puxava pelas pernas. Fido teve que recorrer a três curtos latidos. Sua intenção era clara e o homem, depois de vacilar, o seguiu sem ânimo. Não foi muito longe. Até a despensa. Quando o cão puxou a cortina, o homem só atinou em recuar, depois se agachou e apanhou a cigarreira.

              Na realidade, Fido não esperava nada. Para ele, seu achado não tinha demasiada importância. De modo que, quando o homem deu aquele bárbaro soco na parede e se pôs a gritar e a chorar como pequinês do segundo andar, também retrocedeu assustado ante a comoção que provocara. Manteve-se silencioso, perto do umbral, e dali observou como o homem, com os dentes cerrados, gritava e gemia. Então decidiu acercar-se e lambê-lo com ternura, como era seu dever.

             O homem levantou a cabeça e viu aquele rabo movente, aquele mondrongo que vinha compadecê-lo, aquela testemunha. E Fido suspirou satisfeito, mostrando a língua úmida e escura. Depois, parou. Era velho, era fiel, era confiável. Três pobres razões que o impediram de assombrar-se quando o pontapé lhe rebentou o focinho.

 

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